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segunda-feira, 4 de março de 2019

O presidente guineense, José Mário Vaz, lança projeto que vai ligar barragem da Guiné-Conacri a Bissau


O presidente guineense, José Mário Vaz, inaugurou hoje, no sul do país, um projeto que permitirá transportar energia elétrica produzida na barragem de Kaleta, na Guiné-Conacri, para a Guiné-Bissau, numa rede de interconexão de 218 quilómetros.

A linha de interconexão, que deverá estar pronta dentro de 24 meses, passará pelas localidades de Saltinho (sul) Banbadinca (leste), Mansoa (centro/norte) até chegar a Bissau, servindo todo país, anunciou o ministro guineense dos Recursos Naturais e Energia, Serifo Embaló.

O projeto decorre no âmbito da OMVG (Organização para Valorização da bacia do Rio Gâmbia, em sigla francesa), que agrupa a Guiné-Bissau, Senegal, Guiné-Conacri e Gâmbia.

Segundo José Mário Vaz, o projeto de desenvolvimento de uma rede de energia elétrica no quadro desta organização "já é uma realidade após mais de 20 anos de gestação".

"Hoje, tenho todo o prazer e honra de lançar na pátria de Amílcar Cabral, na localidade de Saltinho, a primeira pedra para a construção da subestação de Saltinho. A implementação da Interconexão reaviva as nossas relações seculares e reforça a solidariedade entre os nossos países e povos irmãos", afirmou o chefe de Estado guineense.

Ainda no seu discurso, após colocar barras de tijolo no local onde será construída a primeira subestação da linha de interconexão, o líder guineense considerou estarem a ser criadas as condições para o fornecimento da energia, além da agricultura, a alavanca para o desenvolvimento do país, conforme sublinhou.

O ministro dos Recursos Naturais e Energia da Guiné-Bissau, Serifo Embalo, disse que o projeto hoje lançado irá "melhorar substancialmente" a questão da eletricidade no país, favorecerá a produção da energia limpa, baixando o custo do produto junto da população e de empresas, bem como permitirá que companhias de telecomunicações utilizem os cabos de interconexão, em fibra ótica, para as suas operações.

O projeto, que no total terá uma linha de interconexão de 1.677 quilómetros, atravessando os quatro países, está orçado em 1,2 mil milhões de euros. Com a Lusa 

sábado, 2 de agosto de 2014

Presidente da Guiné-Bissau aproveita cimeira para agradecer atenção dos EUA para com o país.

O presidente guineense, José Mário Vaz, disse esta sexta-feira que vai aproveitar a sua viagem aos Estados Unidos da América (EUA) para "agradecer a atenção" daquele país para com a Guiné-Bissau durante os dois anos de transição.
José Mário Vaz falava aos jornalistas momentos antes de partir de Bissau rumo à Mauritânia, de onde segue no domingo para Washington para tomar parte na cimeira EUA/África, convocada pelo Presidente norte-americano, Barack Obama.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

O presidente guineense vai nomear primeiro-ministro


O presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, deve nomear hoje Domingos Simões Pereira como primeiro-ministro e logo de seguida viajar para a Guiné Equatorial onde vai participar na cimeira da União Africana (UA), disse à Lusa fonte da presidência.

José Mário Vaz tem a saída marcada para às 23:00 de Bissau (meia-noite em Lisboa), mas antes de deixar o país vai assinar a nomeação de Domingos Simões Pereira para o cargo de primeiro-ministro, adiantou a fonte.

O decreto presidencial poderá ser publicado "a qualquer momento, acrescentou.

José Mário Vaz regressará ao país na segunda-feira, dia em que poderá dar posse ao primeiro-ministro.

Mesmo sem estar empossado, a nomeação bastará a Domingos Simões Pereira para poder trabalhar na constituição do Governo - que deverá também ser empossado pelo presidente na próxima semana.

Simões Pereira, ex-secretário-executivo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) é presidente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), que venceu com maioria absoluta as eleições legislativas de 13 de abril.

A votação, juntamente com as presidenciais que à segunda volta elegeram José Mário Vaz (também com o apoio do PAIGC), que permitiram o regresso do país à ordem constitucional.