Segundo citado pela Agencia
Noticiosa da Guiné-Bissau, Simões Pereira dirigia aos congressistas do MPLA as
saudações do PAIGC, reunidos no âmbito VII congresso do partido, encerrado
sábado em Luanda.
“Viemos aqui também para assegurar que
vamos lutar e vamos vencer. Somos os herdeiros de Amílcar Cabral e nada poderá
travar a nossa determinação e empenho para derrotar os inimigos do partido e do
nosso povo “, disse.
O líder do PAIGC reiterou que o partido
precisa do apoio do MPLA, de Angola e de todas as forças progressistas do
mundo.
Disse que a crise que se vive na
Guiné-Bissau é induzida e deliberadamente provocada, por isso, “completamente
desnecessária e mesmo absurda”.
“A verdade Camaradas é contudo simples:
muita gente se acomodou com os benefícios destes longos anos da instabilidade e
hoje não estão preparados para aceitar a alteração do “status quo”
estabelecido. E no meio disso, tudo farão para dificultar e comprometer as
relações de amizade e cooperação com os mais próximos e os mais amigos”,
afirmou.
Domingos Simões Pereira felicitou o MPLA e referiu que também o PAIGC completa este ano, a 19 de Setembro, 60 anos de
existência. “Essa efeméride perturba a muita gente e que, não o podendo
enfrentar de forma legal e democrática, socorre de expedientes de toda a
espécie, nem se importando com o risco real de voltarem a produzir a violência
e o caos num país já bastante fustigado por esses males”, sustentou.
Domingos disse que Gente que tendo-se
servido do partido, agora se apresentam como opositores do mesmo, acrescentando
que são na verdade gente sem qualquer compromisso com o passado glorioso do PAIGC e que não se revê nos seus princípios estruturantes nem programáticos,
aqueles a quem Cabral se referia com os dizeres - “nem toda a gente é do
partido”.
“Se os nossos movimentos correm riscos, esses
só são verdadeiras ameaças quando vêm de dentro, junto de nós”, considerou.
Simões Pereira disse que vê no exemplo
de Angola, uma grande expiração para conquistar a paz e construir o bem-estar.
O VII congresso do MPLA foi encerrado
sábado em Luanda, tendo o presidente José Eduardo dos Santos sido reeleito para
mais um mandato de cinco anos. Com a Agencia Noticiosa da Guiné-Bissau






