terça-feira, 17 de abril de 2018

FMI prevê que a Guiné-Bissau deverá ter crescimento económico 5,5% em 2018


O Fundo Monetário Internacional prevê um crescimento económico de 5,5% para este ano na Guiné-Bissau, segundo o relatório Previsões Económicas Mundiais hoje divulgado em Washington, sede da instituição.

Segundo o relatório, a Guiné-Bissau deverá crescer também 5,5% em 2019.

Em 2017, a Guiné-Bissau teve um crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de 5,9% e o défice externo da conta corrente de 0,5% do PIB.

O FMI realizou no início de abril a última missão avaliação à Guiné-Bissau no âmbito do Programa de Crédito Alargado, assinado com o país em julho de 2015.

O Programa Alargado de Crédito num montante de 23,5 milhões de dólares (cerca de 21 milhões de euros), termina este ano, mas as autoridades guineenses pediram a extensão do programa por mais um ano.

sábado, 14 de abril de 2018

China diz que ataque na Síria viola carta da ONU e dificulta solução para a guerra


A China criticou hoje o ataque conjunto dos Estados Unidos, França e Reino Unido contra a Síria, por considerar que viola a Carta das Nações Unidas e complica as negociações de uma solução para o conflito.

"Qualquer ação militar unilateral sem o aval do Conselho de Segurança é contrária aos propósitos e princípios da Carta da ONU e viola os princípios e normas básicas do direito internacional", afirmou em comunicado uma porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Hua Chunying.

Este ataque "também acrescenta fatores novos e complicados para a solução da questão síria", acrescentou a porta-voz.

"Nós opomo-nos ao uso da força nas relações internacionais e apoiamos o respeito pela soberania, a independência e a integridade territorial de todos os países", disse.

A China "apela a todas as partes para que ajam no quadro do direito internacional e para que resolvam a crise através do diálogo e da negociação", referiu a porta-voz.

Os Estados Unidos, a França e o Reino Unido realizaram hoje uma série de ataques com mísseis contra alvos associados à produção de armamento químico na Síria, em resposta a um alegado ataque com armas químicas na cidade de Douma, Ghouta Oriental, por parte do Governo de Bashar al-Assad.

A ofensiva consistiu em três ataques, com uma centena de mísseis, contra instalações utilizadas para produzir e armazenar armas químicas, informou o Pentágono.

O Presidente dos EUA justificou o ataque como uma resposta à "ação monstruosa" realizada pelo regime de Damasco contra a oposição e prometeu que a operação irá durar "o tempo que for necessário".

A Rússia anunciou, entretanto, que vai pedir uma reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU após os ataques ocidentais contra alvos na Síria.

"A Rússia convoca uma reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU para discutir as ações agressivas dos Estados Unidos e seus aliados", refere Moscovo em comunicado.

Peritos da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) tinham previsto iniciar hoje uma investigação sobre o alegado ataque com armas químicas. A missão recebeu um convite do Governo sírio, sob pressão da comunidade internacional.

Mais de 40 pessoas morreram e 500 foram afetadas no ataque de 07 de abril contra a cidade rebelde de Douma, em Ghouta Oriental, que, segundo organizações não-governamentais no terreno, foi realizado com armas químicas.

A oposição síria e vários países acusam o regime de Al-Assad da autoria do ataque, mas Damasco nega e o seu principal aliado, a Rússia, afirmou que o ataque foi encenado com a ajuda de serviços especiais estrangeiros. Com a Lusa

"Agressão contra um estado soberano", diz Putin. Moscovo pede reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU


Moscovo já anunciou que vai pedir uma reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU após os ataques ocidentais contra alvos na Síria. Vladimir Putin condena o ataque que considera um "ato de agressão contra um estado soberano".


Os ataques com mísseis foram realizados "sem a aprovação do Conselho de Segurança da ONU, em violação da Carta das Nações Unidas e de normas e princípios do direito internacional" e constituem "um ato de agressão contra um Estado soberano que está na vanguarda da luta contra o terrorismo", refere Putin em comunicado.

Moscovo insiste que não existiu qualquer ataque com armas químicas por parte de Damasco e acusou as potências ocidentais de tentarem procurar uma desculpa para executarem o ataque.

"Especialistas militares russos que visitaram a cena deste incidente imaginário não encontraram evidências de uso de cloro ou outras substâncias tóxicas, e nenhum morador local confirmou um ataque químico", afirma Putin no comunicado.

Segundo o líder russo, o Ocidente tem "mostrado um desprezo" pela Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), que deveria começar os seus trabalhos de verificação no local hoje, ao optar por "uma ação militar sem esperar pelos resultados da investigação".

"Através das suas ações, os Estados Unidos agravaram a crise humanitária na Síria, trazem sofrimento para a população civil, favorecem os terroristas que assolam há sete anos o povo sírio e causam uma nova onda de refugiados", considerou ainda a Rússia.

Horas antes, Moscovo, também em comunicado, anunciou que vai pedir uma reunião de urgência no Conselho de Segurança da ONU.

“A Rússia convoca uma reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU para discutir as ações agressivas dos Estados Unidos e seus aliados".

"A Rússia denuncia com a maior firmeza o ataque à Síria, onde militares russos ajudam o governo legítimo a lutar contra o terrorismo", disse o Kremlin na mesma nota.

Moscovo manifestou a sua oposição com “máxima firmeza” em relação aos ataques com mísseis a alvos militares sírios, realizados em retaliação a um alegado ataque com armas químicas por parte do regime de Bashar al-Assad.

Os EUA, a França e o Reino Unido realizaram hoje uma série de ataques com mísseis contra alvos associados à produção de armamento químico na Síria, em resposta a um alegado ataque com armas químicas na cidade de Douma, Ghuta Oriental, por parte do governo de Bashar al-Assad.

A ofensiva consistiu em três ataques, com uma centena de mísseis, contra instalações utilizadas para produzir e armazenar armas químicas, informou o Pentágono.

O presidente dos EUA justificou o ataque como uma resposta à “ação monstruosa” realizada pelo regime de Damasco contra a oposição e prometeu que a operação irá durar “o tempo que for necessário”.

O embaixador da Rússia em Washington, Anatoli Antonov, advertiu que este ataque “não ficará sem consequências”.

Peritos da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) tinham previsto iniciar hoje uma investigação sobre o alegado ataque com armas químicas. A missão recebeu um convite do Governo sírio, sob pressão da comunidade internacional.

Mais de 40 pessoas morreram e 500 foram afetadas no ataque de 07 de abril contra a cidade rebelde de Douma, em Ghuta Oriental, que segundo organizações não-governamentais no terreno foi realizado com armas químicas.

A oposição síria e vários países acusam o regime de Al-Assad da autoria do ataque, mas Damasco nega e o seu principal aliado, a Rússia, afirmou que o ataque foi encenado com a ajuda de serviços especiais estrangeiros.

Estados Unidos lançaram mais de 100 mísseis e Síria abateu uma boa parte, diz Rússia


Os Estados Unidos e os seus aliados lançaram mais de 100 mísseis contra a Síria e um "número significativo" foi interceptado pela defesa aérea local, disse neste sábado o ministério russo da Defesa.

"Os Estados Unidos, Reino Unido e França dispararam mais de 100 mísseis de cruzeiro do mar e do ar contra objetivos militares e civis sírios (...) e um "número significativo" foi derrubado por defesa aérea, informou o ministério, citado pela agência RIA Novosti.

Estados Unidos, França e Reino Unido bombardearam alvos na Síria na madrugada deste sábado, numa ação coordenada contra o regime de Bashar Al Assad uma semana após um suposto ataque com armas químicas ter matado cerca de 40 civis nos arredores de Damasco.

Na primeira reação de Moscovo ao ataque, o embaixador russo nos Estados Unidos, Anatoly Antonov, advertiu "que estas ações não ficarão sem consequências". "Toda a responsabilidade recai sobre Washington, Londres e Paris".

A agência oficial síria Sana declarou que a agressão "bárbara e brutal" teve como "principal objetivo dificultar o trabalho da Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) e pressionar sua missão na tentativa de dissimular as mentiras e invenções" dos ocidentais.

O ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, outro dos países que tem apoiado o regime sírio, emitiu uma nota na qual destaca que "os Estados Unidos e os seus aliados, sem qualquer aviso e antes de uma posição da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), realizou esta ação militar (...) contra a Síria e será responsável pelas consequências regionais desta aventura".

O chefe do Comando Conjunto dos EUA, general Joe Dunford, revelou em conferência de imprensa que os alvos "foram especificamente identificados para reduzir o risco de envolver as forças russas" na Síria.

O ministério russo das Relações Exteriores confirmou que "nenhum míssil de cruzeiro disparado pelos Estados Unidos e pelos seus aliados entrou nas zonas de responsabilidade das defesas aéreas russas, que protegem instalações em Tartus e Hmeimim", localizações das bases navais russas.

A ministra francesa da Defesa, Florence Parly, revelou que os ataques atingiram o "principal centro de investigação" e "duas unidades de produção do programa clandestino químico" do regime sírio. "Esta capacidade de desenvolver, de produzir armas químicas foi atingida (...). O objetivo era simples: impedir o regime de fazer novamente o uso de armas químicas".

Segundo um oficial americano, os ataques aéreos coordenados utilizaram diferentes tipos de armas, incluindo mísseis de cruzeiro Tomahawk.

Quatro aviões tornado dispararam mísseis Storm Shadow contra "um complexo militar, uma antiga base de mísseis, a cerca de 24 km a oeste de Homs, onde se suspeita que o regime armazene substâncias para fabricar armas químicas", revelou o ministério da Defesa em Londres.

"Foram realizadas análises muito cuidadosas para determinar onde era melhor atacar com os Storm Shadows a fim de maximizar a destruição de produtos químicos armazenados e minimizar qualquer risco de contaminação nas áreas circundantes".

"As informações iniciais mostram que a precisão dos Storm Shadow e o planeamento meticuloso resultou em um ataque de sucesso".

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH) informou que "foram registados bombardeamentos ocidentais contra centros de pesquisa científica, várias bases militares e locais da Guarda Republicana em Damasco e seus arredores".

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, manifestou seu apoio aos bombardeamentos avaliando que "isto vai reduzir a capacidade do regime de voltar a atacar o povo da Síria com armas químicas".

Materiais utilizados por Amílcar Cabral em Conacri entregues ao Museu militar da luta de libertação nacional da Guiné-Bissau


O Embaixador guineense em Conacri, Ernesto Muntaga Jalo procedeu hoje a entrega ao Chefe de Estado-maior General das Forcas Armadas de alguns materiais e objectos usados por Amílcar Cabral  na Luta de Libertação Nacional.

Na ocasião, Biaguê Na Ntan exortou a juventude guineense a pesquisar a história da luta de libertação nacional no museu da fortaleza de Amura.

O Chefe Estado-maior das Forças Armadas apelou também aos combatetentes da liberdade da pátria que ainda dispõe de materiais utilizados na luta, para o levarem ao museu da luta de libertação nacional.

Por sua vez, o embaixador Ernesto Muntaga Jalo anunciou a inauguração no próximo dia 24 de Setembro de uma estátua de bronze do líder da Luta no local em que foi assassinado em Conacri.

No ato, o Ministro da Defesa do governo demitido, Eduardo Costa Sanhá, agradeceu ao estado da Guine-Conacri pela partilha dos materiais importantes para a história do país.

Dos objectos entregues constam um armário vertical de arquivos e dois outros pequenos de ficheiros, um antigo modelo de ar condicinado, uma máquina dactilografa, quatro cadeiras e uma mesa de jantar.

Comunidade da África Ocidental debate no Togo situação política na Guiné-Bissau


Vão participar na cimeira extraordinária da CEDEAO em lomé, dedicado a debater a situação na Guiné-Bissau, o Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, que viaja hoje para Lomé, o presidente do parlamento, Cipriano Cassamá, bem como representantes do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e do Partido Renovação Social (PRS).

As delegações do PAIGC, do PRS e o presidente do parlamento viajaram na sexta-feira para Lomé.

A Guiné-Bissau vive uma crise política desde a expulsão ilegalmente dos 15 deputados eleitos na lista do PAIGC para ANP, fazendo o partido perder a maria que tinha vencido das legislativas de 2014.

Por falta de consenso entre as várias forças políticas, a CEDEAO elaborou o Acordo de Conacri, assinado pelo partidos com representação parlamentar e os deputados expulsos do PAIGC, denominados por Grupo dos 15.

Os chefes de estado e de governo da comunidade económica dos Estados da África Ocidental (cedeao) avaliarão a situação política na Guiné-Bissau.

Reunir-se-ão no sábado, 14 de abril de 2018, em lomé, no Togo, por ocasião de uma cimeira extraordinária à porta fechada para examinar a questão, e tomar decisões importantes que possam contribuir para a resolução desta longa crise política.

Durante este encontro de um dia, o ministro togolês dos negócios estrangeiros, da cooperação e da Integração Africana, e presidente do conselho de ministros da cedeao, professor. Robert Dussey, bem como o presidente da comissão da organização regional, Jean-Claude Kassi brou, apresentarão um relatório sobre os últimos desenvolvimentos da situação na Guiné-Bissau.

Em 11 de abril de 2018, uma delegação ministerial da cedeao, composta por senhores dussey e brou, bem como por naby yusuf kiridi bangoura, ministro de estado, secretário-Geral da presidência guineense, e representante do provedor de justiça da cedeao. Para a Guiné-Bissau, professor. Alfa Condé, esteve em bissau no âmbito do acompanhamento da aplicação do acordo de Bissau.

O objectivo desta missão era fazer o ponto da situação da situação política na Guiné-Bissau, em conformidade com os acordos de conacri.

No termo da sua missão em Bissau, a delegação ministerial da cedeao congratulou-se com a vontade de todas as partes de encontrarem uma solução para a crise política na Guiné-Bissau.

Para além da análise da situação na Guiné-Bissau, os dirigentes da África ocidental serão também informados das recentes eleições na serra-Leoa.

A leitura do comunicado final em sessão plenária e a tradicional foto de família serão outros tempos fortes desta cimeira extraordinária de lomé.

A cerimónia de abertura do encontro será marcada pela alocução de boas-vindas do presidente da comissão da cedeao, Jean-Claude Kassi brou, seguida do discurso de abertura do chefe do estado togolês, e presidente em exercício da conferência dos chefes de estado e de governo. De Estado e de governo da cedeao, faure essozimna gnassingbé.


sábado, 7 de abril de 2018

Governo da Guiné-Bissau baixa preço da licença para exportação do caju, a fim de beneficiar produtores

"Ki ki di nos tene balur"...
Na abertura oficial da Campanha de Comercialização e Exportação da Castanha de Caju de 2018, presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, afirmou as seguintes:
(...)
A pedido da população o preço para 2018 da Castanha de Cajú é de 1.000xof (mil francos por kilo).
(...)
É com muito orgulho, que tomei conhecimento de que foi comprovado a boa qualidade da nossa Castanha de Caju - Amêndoa de Cajú da Guiné-Bissau é considerada uma das melhores do mundo. "Ki ki di nos tene balur"
(...)
Um apelo ao Governo maior atenção a Fileira do Caju, porque é um dos sectores importantes para o crescimento da nossa economia que tanto almejamos. Devemos criar condições aos nossos agricultores sobretudo disponibilizar-lhes mais informações da forma como cuidar das plantações, ou seja, tratamento da zona de cultivo, renovação da plantação pois algumas arvores estão envelhecidas, espaçamento apropriados entre os cajueiros ou o reordenamento das plantações e por fim ajudar a formar os agricultores no local sobre técnicas produtivas afim de otimizar a produção nacional.
(...)
Juntos vamos continuar a trabalhar para o lema da "Tolerância zero à saída clandestina do cajú guineense para o exterior". Peço a todos os cidadãos e sobretudo as entidades cuja missão é fiscalizar, simplificar e facilitar os procedimentos para que a campanha seja um sucesso, e naturalmente cumprindo as orientações definidas pelo Governo, ou seja, dando informações correctas, objectivas e melhorar a qualidade do atendimento.
Devemos evitar criar dificuldades para em seguida vender facilidades.
(...)
Esta oficialmente aberta a Campanha de Comercialização e Exportação da Castanha de Caju de 2018. 

O preço da licença de exportação da castanha de caju na Guiné-Bissau diminuiu para 1,5 milhões de francos cfa (cerca de 2.290 euros), anunciou hoje o presidente da Agência Nacional de Caju (ANCA), Malam Djaura.

"A licença de exportação, convencionalmente chamada de alvará de exportação, o ano passado custava cinco milhões de francos cfa (cerca de 7,6 mil euros) e este ano baixou para 1,5 milhões de francos cfa", afirmou Malam Djaura.

O presidente da ANCA, entidade que regula o setor do caju, disse também que este ano todo o caju tem de ser obrigatoriamente embalado em sacos com um timbre a indicar o ano da colheita e a origem do produto.

"Antes a castanha de caju era embalada em sacos sem nenhuma mensagem escrita e desta vez é obrigatório. A embalagem deve estar já com a origem e ano da colheita", explicou.

As novas medidas hoje anunciadas constam de um despacho elaborado depois de uma reunião, realizada no final de março, entre entidades governamentais e associações e organizações que representam os privados, que operam no setor do caju.

"Este despacho vem detalhar determinados aspetos relacionados com as obrigações dos operadores económicos que se vão envolver no setor e corrigir fragilidades que existiam nos instrumentos anteriores", explicou Malam Djaura.

A ideia, segundo o presidente da ANCA, é a Guiné-Bissau ter uma campanha de caju "com melhor acompanhamento para que todo o mundo possa sair satisfeito".

Outra novidade, é uma autorização especial que vai ser concedida a todos os veículos que vão estar envolvidos no escoamento da castanha de caju para Bissau.

"Este ano a Direção-Geral de Viação e Transportes Terrestres é a única entidade responsável pela emissão de uma autorização especial de circulação. O veículo que tiver este certificado pode circular livremente", disse.

O presidente da ANCA disse também que estão a ser criadas condições para desencorajar a saída de castanha de caju "por outras vias".

"Há uma sensibilização pedagógica que está a ser feita para que as pessoas entendam que há mais-valia em vender o produto cá dentro e há mais segurança", salientou.

A campanha de comercialização do caju na Guiné-Bissau, que arrancou a 24 de março, vai decorrer até meados de setembro.