Em Bissau, o porta-voz
do Estado-maior General das Forcas Armadas, desmente qualquer envolvimento de
altas chefias militares numa alegada invasão ao escritório das Nações Unidas na
cidade de Buba, no Sul do país.
Daba Na Ualna afirma
que “não houve qualquer instrução”. “Que eu saiba, não. Daqui do Estado-maior
não saiu nenhuma decisão de invadir a delegação das Nações Unidas em Buba
porque eu acredito que não. Não tendo sido autorizado daqui a partir do
Estado-maior general, não me parece que seja possível que comandos regionais
tomem decisão nesse sentido. Ainda hoje estivemos em contacto com os serviços
competentes das Forças Armadas daqui do Estado-maior que nos garantiram não ter
havido nenhuma decisão que do gabinete do chefe de Estado-maior assim como do
serviço competente daqui do Estado-maior em, como que teria havido um mandado
para invadir as instalações das Nações Unidas. Isso e contraproducente e não
podia ser uma prática do Estado-maior”, sublinhou.
Daba Na Ualna desmente
também a detenção por militares de pessoas que estariam a colocar cartazes de
Carlos Gomes Júnior. Quanto a eventual regresso deste último ao país a fim de
concorrer as eleições e com ele. Na Ualna garante que o Estado-maior não vai
garantir uma segurança especial a Carlos Gomes Júnior e quando voltar ele ter
que cuidar da sua segurança como qualquer cidadão.
ouvir delegação da ONU
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