“Nós queremos que tudo quanto conquistarmos nesta luta pertença ao nosso povo e temos que fazer o máximo para criar uma tal organização que mesmo que alguns de nós queiram desviar as conquistas da luta heróica e glorioso do nosso povo para os seus interesses, o nosso povo não deixe. Isso é muito importante.” – AMILCAR LOPES CABRAL
O Cipriano Cassamá “na bari padja” aos angolanos, ao referir acontecimentos de 12 de Abril de 2012, que reinstituiu a dignidade do
povo guineense, pela FARP que todavia, deu independência ao povo angolano.
Na sua forma habitual de atar saia, no
final de um encontro nesta segunda-feira, com o seu homólogo angolano, Fernando
da Piedade Dias dos Santos, o parlamentar referiu-se à retirada forçada dos
efectivos das Forças Armadas Angolanas (FAA) e da Polícia Nacional que integraram a Missão Militar Angolana, que tentou ocupar o território da
Guiné-Bissau por interesse inconfessável, tentando fazer o que fazem em
cabinda, onde introduziram armamentos secretamente no solo pátrio do estratega
que arquitectou a libertação do povo de Angola contra jugo colonial – O Agrónomo Amílcar Lopes Cabral, mas que após a independência foram recolonizados pelos
assimilados angolanos.
O Cipriano Cassama, na sua pequenez de sempre
afirmou o seguinte- “Aproveito a
oportunidade para, em nome do povo da Guiné-Bissau, dos partidos políticos com
e sem assento parlamentar e demais autoridades, pedir desculpas ao povo angolano pelos acontecimentos vergonhosos e tristes ocorridos na Guiné-Bissau, a 12
de Abril de 2012”, disse ele. Pois ele gosta de vida fácil sem fazer nada, a título
de exemplo, pediu aumento do salário para poder estar a passear e fazer declarações sem
nexos, como o fez em angola, um país que não tem exemplo para dar a ninguém,
mesmo para os angolanos que morrem de fome ou que estão a morrer morte lenta de fome…
“Os efectivos angolanos tentavam ocupar a
Guiné-Bissau ao abrigo de um acordo de cooperação sem técnica militar rubricado
pelos Gomes, cujo objectivo era proceder o afastamento dos defensores do povo e
da terra sagrada dos nossos avós.
Cipriano Cassamá admitiu que Angola
esteve a trabalhar desinteressadamente na Guiné-Bissau, no intuito, apenas, de ajudar aqueles cujos familiares desde antiguidade ajudaram os colonos a vender os próprios africanos, neste caso os guineenses para escravatura nas Américas,
e que a sua retirada obrigatória reinstituição da nação do povo digno da Guiné-Bissau,
que neste momento esta trajar o seu próprio desenvolvimentos e dignidade dos guineenses.
//Por, Dr. Wilkinne
Nota: Os artigos assinados por amigos,
colaboradores ou outros não vinculam a IBD,
necessariamente, às opiniões neles expressas.