segunda-feira, 14 de agosto de 2017

A Guiné-Bissau tem segredo do atlântico a quatro horas de Portugal

Arquipélago guineense tem pessoas que nos enchem o coração, água quente, aventura e frutos tropicais.

O Arquipélago dos Bijagós faz parte insular da Guiné-Bissau e é constituído por 88 ilhas, situadas ao largo da costa africana. Destacam-se as de Bubaque, Maio, Orango, Ponta, Roxa e Rubane.

Conhecido como o segredo do Atlântico, o arquipélago encontra-se, desde 1996, na lista da Unesco como reserva da biosfera. Possui uma grande diversidade de flora e de fauna, incluindo espécies raras de hipopótamos, macacos, tartarugas e crocodilos. As águas são quentes e as paisagens a perder a vista. O tipo de clima é variado, podendo ser muito seco ou húmido.

O povo é pacífico e as taxas de criminalidade são baixas, guase inexistente. O destino é recomendado para quem procura a aventura e o regresso à natureza no seu estado mais puro.

Tabanca da rainha Okimpa Pampa, a resistente

Uma das paragens obrigatórias para quem faz esta viagem são as tabancas, expressão que significa pequenas povoações. Tive oportunidade de visitar a da rainha Okimpa Pampa, venerada no arquipélago por ter resistido à colonização portuguesa. Situa-se na ilha de Orango e fica a três quilómetros do Orango Parque Hotel. Quando entrei, fui abraçada por miúdos. Fiquei com uma menina ao colo. Falavam entre eles sobre a cor da minha pele e do meu cabelo "de ouro". Foi, sem dúvida, uma das melhores experiências da minha vida, afirmou uma turista portuguesa.

Povo puro e alegre

A Guiné-Bissau é um país onde as pessoas são amáveis e carinhosas. O povo é puro, alegre e trata os turistas como iguais.

Se estiver perdido ou precisar de alguma coisa, os guineenses estão sempre dispostos a ajudar. Se for a Bissau tem de experimentar partilhar um táxi, porque levará muitas histórias consigo.


Nas ilhas dos Bijagós, o povo é igualmente simpático e sempre disposto a ‘dar a mão’. Vai sair da viagem de coração cheio e com vontade de voltar (o mais rápido possível). É uma experiência para a vida. Com o Correio da Manhã

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Estado-maior General das Forças Armadas Revolucionarias do Povo da Guiné-Bissau procede recrutamento de mancebos

No âmbito da reorganização, reestruturação e modernização das Forças Armadas Revolucionarias do Povo (FARP), o Estado-maior General iniciou no dia 26 de Junho do corrente o processo de recrutamento de mancebos para o serviço obrigatório, através de um recenseamento de cidadãos nacionais com idade compreendida entre 18 e 30 anos.

O recrutamento de mancebos que visa completar os efectivos militares guineenses se encontra na sua segunda fase que é a inspecção médica considerada como a espinha dorsal da entrada na vida castrense.

Depois do interior, as equipas médicas compostas de especialistas de saúde militar se encontram em Bissau onde começaram desde dia 4 de Agosto, as actividades de inspecção médicas. As mesmas que deveriam ser concluídas no dia 7 de Agosto foram prolongadas para mais alguns dias e serão seguidas pelo envio dos elementos aprovados aptos para o Coentro de Instrução Militar de Cumeré.

De sublinhar que o reinício do recrutamento de mancebos para o serviço militar obrigatório cujo último ocorreu em 1992, vai não somente revitalizar e dinamizar as FARP mas também torna-las mais aptas para cumprir as suas tarefas e deveres plasmado na carta magna da Republica da Guiné-Bissau. Com as FARP - Forças Armadas Revolucionarias do Povo

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O ministro da defesa nacional da Guiné-Bissau assinou com o seu congénere da Indonésia uma ‘Carta de Intenção’, para assinatura de cooperação no sector da defesa

O ministro da defesa nacional assinou esta segunda-feira, 07 de agosto 2017, uma ‘Carta de Intenção’ com o seu congénere da Indonésia com o intuito de aproximar os dois países para assinatura de cooperação no setor da defesa.

O instrumento jurídico constituinte de uma relação foi rubricado pelos ministros da defesa de dois países,General, Dr. Eduardo Costa Sanhá da Guiné-Bissau e General Ryanizard Ryacudu da Indonésia, no Palácio do Governo na presença do Primeiro-ministro, General Umaro Sissoco Embaló, bem como de algumas chefias militares.

Depois da Assinatura da carta de intenção, o Primeiro-ministro, Umaro Sissoco Embaló, disse que em breve o ministro da Defesa guineense, deslocar-se-á à Indonésia com a sua equipa para materializar a intenção hoje rubricada.

“O governo vai trabalhar muito no sentido de tornar mais forte a nossa relação com a Indonésia”, disse Embalo.

O Ministro da Defesa Nacional, General, Dr. Eduardo Costa Sanhá, prometeu cumprir os respetivos acordos contidos na carta de intenção.

“Futuros acordos com este país irmão trará benefícios para nós, temos um país com características mais ou menos similares com as da Indonésia que tem várias ilhas de maneira que precisamos de ponto de vista militar, controlar o nosso espaço marítimo e aéreo, portanto colaborando com a Indonésia traria mais-valia para as forças armadas guineenses”, assegurou Dr. Eduardo Costa Sanhá.

O ministro da Defesa da Indonésia e igualmente chefe da delegação daquele país asiático, General Ryanizard Ryacudu, assegurou que a Guiné-Bissau e a Indonésia são países irmãos de longa data de maneira que é preciso trabalhar mais para fortificar os laços de amizade e concretizar a carta de intenção assinada para benefício dos dois países. Disse ter convidado o seu homólogo guineense para visitar a Indonésia.


A Indonésia é um país localizado entre o Sudeste Asiático e a Austrália, sendo o maior arquipélago do mundo. A Indonésia tem uma população estimada em 250 milhões de habitantes, no entanto é o quarto país mais populoso do mundo e o primeiro entre os países islâmicos.Com o jornal online “Odemocrata”

Governo português aprova lei para legalizar mais imigrantes

Contra o parecer do SEF, os imigrantes podem agora ser legalizados apenas com "promessa" de trabalho e sem visto de entrada

A "promessa de um contrato de trabalho" passou a ser admitido como requisito para um estrangeiro poder obter uma autorização de residência no nosso país, de acordo com a alteração à lei de estrangeiros publicada em Diário da República.

O diploma - aprovado pela esquerda no parlamento, sob propostas do PCP e do BE e em contraciclo com o resto da Europa-, revogou ainda a exigência de entrada legal em Portugal ou no espaço Shengen, previsto no anterior regime para os casos de legalização, a título excecional, de imigrantes já com contratos de trabalho.

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que tinha alertado para os riscos de segurança que poderia causar esta regularização extraordinária e o seu efeito de chamada de imigrantes para território nacional, foi surpreendido pela aprovação do diploma. De acordo com uma nota emitida pela direção nacional a todos os dirigentes distritais, na passada sexta-feira, até o Ministério da Administração Interna (MAI) clarificar o alcance das novas regras, algumas das quais contraditórias com outros artigos da legislação anterior que não foram alterados, está suspenso o chamado SAPA, o serviço de agendamento online onde os imigrantes registam as suas "manifestações de interesse". O SEF também lembra, nesta informação interna, a falta de recursos humanos e meios informáticos suficientes para responder ao expectável aumento de pedidos de autorização de residência.

A isenção de vistos de entrada, recorde-se, chegou a ser aplicada irregularmente pela anterior direção do SEF, procedimento que levou a abertura, em 2016, depois de noticiada pelo DN, de processos de averiguações pela Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR), sem resultados ainda conhecidos. No ano em que vigorou, 2015, teve um efeito de chamada de milhares de imigrantes que estavam ilegais noutros países europeus. De acordo com dados oficiais do SEF nesse ano houve um número recorde de novos pedidos de residência, na casa dos 12 mil, grande parte a pretexto da exceção aberta pelo SEF. A maioria eram provenientes de países considerados e risco e tinham apenas a intenção de obterem o visto de residência em Portugal para poderem circular livremente no espaço europeu, o que foi aproveitado pelas redes de imigração ilegal.

Quando tomou posse, no início de 2016, atual diretora do SEF, Luísa Maia Gonçalves, constatou a irregularidade e revogou a "orientação" do seu antecessor. Mas estava, nessa altura, pendentes mais de três mil "manifestações de interesse" de imigrantes e a medida não agradou às associações de imigrantes que organizaram protestos de rua, como apoio do BE. Pressionado pela esquerda o governo ordenou ao SEF que recuasse e analisasse "caso a caso" os novos pedidos para que os pudesse enquadrar legalmente, o que tem vindo a ser feito, embora com muita demora.

Entretanto, na altura, a 20 de maio de 2016, o BE avançou com o projeto de lei para tornar regra aquilo que era exceção (e só com autorização da direção do SEF e da tutela), o que se concretizou agora com as alterações aprovadas. O BE considera "grave" o despacho de revogação de Luisa Maia Gonçalves "que passou a exigir, com efeitos retroativos, um comprovativo de entrada legal no território nacional". O BE assume que a sua proposta "visa claramente reduzir a margem de discricionariedade e de arbitrariedade da administração" na análise destes processos.

O gabinete da ministra Constança Urbano de Sousa refutou que esta alteração legislativa possa ser entendida como uma regularização extraordinária e ter um efeito de chamada de imigrantes ilegais: "As alterações à Lei de Estrangeiros apenas limitam a arbitrariedade, permitindo maior segurança jurídica". Acrescenta ainda que se "mantém a obrigatoriedade da obtenção de visto" e que "não está em causa a regularização de quem tenha entrado ilegalmente. Uma leitura distinta da feita pelo SEF que, por ter dúvidas, já pediu esclarecimentos ao MAI.Com o Diário de Notícias

domingo, 6 de agosto de 2017

Guiné-Bissau: Um Cidadão exemplar, Tchig At-té protagonizou uma iniciativa que tirou as aldeias de Barrá e Quibir do isolamento

O jovem Tchig At-té protagonizou uma iniciativa de construção de nove quilómetros da estrada que liga a sua tabanca (aldeia) a ‘Estrada Principal’ (Jugudul – Mansoa) e tirou as aldeias de Barrá e Quibir do isolamento, mobilizando as comunidades da área para participarem com contribuições financeiras para execução da obra. At-té decidiu ainda apoiar a comunidade a título de empréstimo com uma soma de 2 700 000 (dois milhões e setecentos mil) francos CFA, bem como emprestou junto do seu colega um montante de 1.700 000 (um milhão e setecentos mil) francos CFA para ajudar a comissão que deparava com dificuldade de prosseguir com os trabalhos da construção da estrada.

“Cotizamos cada um 20 000 francos CFA. Apenas na minha casa saiu uma soma estimada em mais de 300.000 (Trezentos Mil) francos CFA, tendo em conta o número de pessoas que tenho na minha casa, todos já atingiram a idade definida para o pagamento da referida contribuição. O dinheiro que emprestei a comunidade para trabalhar é da minha livre e espontânea vontade, não estou preocupado se vão-me pagar ou não. O importante para mim é conseguirmos terminar o trabalho, permitindo a ligação fácil entre as nossas aldeias e a estrada principal”, conta aos repórteres de O Democrata, tendo manifestado a vontade de pagar a título pessoal o dinheiro que emprestou nas mãos do seu colega.
 De salientar que, Tchig At-té nasceu no dia 7 de abril de 1975, em Bará, Setor de Mansoa, Região de Oio. A semelhança de muitos jovens da sua comunidade não teve a oportunidade de frequentar a escola. É lavrador e vive exclusivamente da sua produção agrícola, particularmente da comercialização da castanha de cajú – Ouro guineense. É detentor de três quintas ou pomares de cajueiros com capacidade de produzir 4 (Quatro) toneladas de castanha de cajú por ano. Também desempenha as funções de Adjunto Chefe de Tabanca de Bará.

Tchig At-té é residente da aldeia de Bará Balanta, onde uma equipa de reportagem do jornal O Democrata esteve no último fim-de-semana para ouvir explicações em primeira pessoa do jovem At-té, que no entanto, contou que para concretizar o desafio, a título de empréstimo à comunidade, ele entregou a comissão encarregue das obras da estrada, uma soma de 2.700 000 (dois milhões e setecentos mil) francos CFA bem como assumiu emprestar da mão de uma pessoa uma soma de 1.700 (um milhão e setecentos mil) francos CFA para fazer avançar a obra que estava ameaçada por falta de meios financeiros.

POPULARES DE BARÁ E QUIBIR INVESTIRAM MILHÕES PARA ABRIR ESTRADA NO MEIO DA MATA

Uma equipa de reportagem do semanário ‘O Democrata’ descolou-se este fim-de-semana para as aldeias de Bará e Quibir, com intuito de confirmar os fatos inéditos e constatou a flor de pele que aquele povo agricultor, por iniciativa própria, decidiu entrar a mata para fazer “cirurgia” no meio de uma floresta que, desde a independência do país, nunca conheceu pneus de carros para abrir uma estrada a fim de facilitar a ligação entre as suas aldeias para a estrada principal que liga Jugudul e a cidade de Mansoa.

As referidas aldeias são habitadas geralmente pelas etnias Balanta (maioritária), Manjaca e Beafada (minoritárias). O rendimento económico das populações das duas tabancas vem, essencialmente, da agricultura (pomares de caju), exploração de Óleo de Palma, da produção do arroz e do tomate. Outras atividades adicionais estão ligadas à exploração de alguns frutos silvestres (faroba, fole, veludo, calabaceira, tifá, etc).

O troço que ligava aquelas aldeias à estrada principal em Jugudul nunca beneficiou de obra de reabilitação e se encontrava numa situação da degradação total, que no período da chuva torna-se intransitável por causa da água que acabam por cortar a estrada em algumas zonas. Um dos mentores da iniciativa da construção da estrada através da cotização das comunidades é um jovem da aldeia de Bará, Tchig At-té, que se sentiu revoltado com a situação em que se encontram e engajou-se a partilhar a sua ideia com o seu amigo que reside em Mansoa, Manuel Jorge Sigá (Tiu Djodje), que iguamente é motorista de um camião que faz o serviço de transporte público entre as aldeias de Bará e Quibir.

Tiu Djodje, nome de que vulgarmente é conhecido, abraçou a iniciativa de jovem Tchig At-té, bem como aceitou instruí-lo sobre o procedimento que deveriam tomar para levar a iniciativa para a frente. Djodje passou a servir de pessoa de confiança entre a comunidade e as empresas proprietárias das máquinas, no entanto, é considerado pelas comunidades como o engenheiro da obra, mas sempre nega ser engenheiro e, é apenas um voluntário que se levantou para apoiar uma comunidade.

Decidiu-se criar uma comissão que assumiu o recenseamento das populações a nível das duas aldeias, como também reunir com os chefes de tabancas para analisar o preço que deveria ser implementado como a quotização para os habitantes.

A comunidade concordou com a ideia e decidiu que para implementar o plano aplicaria uma soma de 20 mil francos cfa por cada habitante daquelas duas aldeias. Foi assim que a comunidade das duas aldeias conseguiram angariar uma soma estimada em milhões de francos cfa e que os permitiu iniciar com a obra. Contaram também com alguns apoios pontuais de alguns indivíduos particulares. No entanto, depois de reunir o dinheiro, motorista, Manuel Jorge Sigá e o financeiro da comissão deslocaram-se para a capital Bissau, a fim de negociar com as empresas proprietárias das máquinas. Com o jornal Odemocrata

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

As Mulheres guineenses facilitadoras apelam partes desavindas para defenderem o interesse nacional da Guiné-Bissau

A Porta-voz do grupo das Mulheres facilitadoras da crise política apelou esta quarta-feira as partes desavindas para colocarem o interesse da nação acima de interesses pessoais.

Francisca Vaz Turpin que falava a saída do encontro com Chefe de Estado, a quem entregaram o relatório de trabalhos desenvolvidos no quadro da iniciativa do grupo que visa evitar a violência e convencer as pessoas a tirar as suas mágoas e salvaguardar o bem comum.

 A porta-voz explicou que depois de dois meses de actividades o grupo de mulheres facilitadoras vai entregar à todos os partidos políticos com assento no parlamento e ao Supremo Tribunal de Justiça, o relatório dos trabalhos desenvolvidos sobre a mediação e solução da crise.

Francisca Vaz disse que durante os encontros mantidos com as instituições da república, os partidos políticos com assento parlamentar e comunidade internacional alcançaram noventa por cento dos objectivos almejados.

Acreditou que conseguiram criar um ambiente propício entre as partes, para se sentarem a mesma mesa e discutir, a fim de solucionar a crise e a implementação cabal dos Acordos de Conacri e de Bissau.


Francisca Vaz disse o grupo das mulheres já fizeram a sua parte, espera que o Chefe de Estado analise o assunto, e que cabe a ele convocar outros encontros para, com outros atores políticos, se tomar medidas para “ sairmos” da crise. Com Agência Noticiosa da Guiné-Bissau

MOVIMENTO BA-FATÁ ENTREGA AO CHEFE DE ESTADO PROPOSTA DE SOLUÇÃO DA CRISE P OLITICA PARLAMENTAR

O Partido Resistência da Guiné-Bissau Movimento Ba-fatá (RGB-MB), uma formação política sem assento parlamentar entregou terça-feira ao Chefe de Estado a sua proposta para acabar com a crise política que se vive no país, sem contudo revelar o teor do documento.

Citado pela Rádio Jovem, o presidente daquela formação política na oposição, a saída de um encontro com José Mário Vaz disse que a proposta foi elaborada pelo seu partido no sentido de ajudar as partes desavindas, incluindo o Presidente da República, a encontrar soluções plausíveis para acabar com a crise política que dura há mais de dois anos.

Fernando Mendes frisou que a RGB-MB entendeu que devia, ao invés de fazer politiquices, preparar uma proposta para a saída da crise e submetê-la ao primeiro Magistrado da Nação.

“Foi isso que fizemos e hoje tivemos a oportunidade de falar ao respeito de algum pormenor da nossa sugestão e reservamos ao Presidente da República o direito de divulgá-la quando entender oportuno”, explicou.

O líder da RGB-MB disse que receberam garantias do Chefe de Estado de que vai analisar a proposta do partido e de outras entidades sociais e que só depois pronunciará.


Na semana passada a RGB-MB defendeu a necessidade de rever a Constituição da República com vista a resolver os conflitos que o país tem vindo a registar nos últimos tempos, apontando lacunas e aspectos que carecem de regulação e que têm alimentado conflitos entre instituições democraticamente eleitas.