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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Juiz assassinado à queima-roupa em Maputo


O juiz Dinis Nhavotso Silica tinha estado a trabalhar nos últimos dias no dossier dos raptos.

O juiz da secção criminal do Tribunal Judicial da cidade de Maputo Dinis Nhavotso Silica foi  assassinado a balas na manhã desta quinta-feira , 8, no cruzamento entre as avenidas  Malhangalane e Marien Ngouabi, na capital moçambicana.

Segundo o portal verdade.co.mz, a  vítima estava sozinha e fazia-se transportar numa viatura com a chapa de inscrição MMV-22-56, quando foi surpreendido num semáforo com sinal vermelho por um grupo de indivíduos que dispararam à queima-roupa contra ele nas imediações da Escola Primária 7 de Setembro.

Testemunhas disseram que os assassinos dispararam impiedosamente cerca de 22 tiros contra Dinis Sílica e a sua viatura, colocando-se depois em fuga. Algumas balas disparadas  causaram danos nos portões de certas residências nas proximidades no local do crime, sem no entanto ferir outras pessoas.

Recorde-se que, Dinis Nhavotso Silica tinha estado a trabalhar, nos últimos dias, no dossier dos raptos.

Em Abril, o juiz Sílica emitiu um mandado de captura de Manish Cantilal, acusado de estar envolvido nos sequestros.

Na altura em que o magistrado encontrou a morte ele se dirigia a uma instância de justiça, onde, entre vários processos, ia receber o que determinava se Cantilal continuava detido ou de seria restituído à liberdade

quinta-feira, 3 de abril de 2014

UA aprova missão de observadores para as eleições gerais


A presidente da Comissão da União Africana, Dlamini Nkosazana Zuma, aprovou o envio de uma missão de observação africana (AUEOM) para as eleições gerais na Guiné-Bissau, que se realizam no próximo dia 13 de abril.

A missão da União Africana (AUEOM) será liderada pelo ex-presidente de Moçambique, Joaquim Alberto Chissano, e contará com 50 observadores da União, incluindo membros do Parlamento pan-africano, de organizações dos direitos humanos e da sociedade civil em África.

A AUEOM deverá chegar a Bissau esta quinta-feira, permanecendo no país até ao anúncio dos resultados finais.

A UA aprovou a missão na sequência de um pedido da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) da Guiné-Bissau, detendo ser apresentado um relatório preliminar logo no dia seguinte às eleições. O relatório final deverá estar concluído cerca de dois meses depois das eleições.

//abola