O Presidente da República (PR) mostrou-se
confiante de que 2016 será o ano de oportunidade para inauguração de uma nova etapa
no relacionamento institucional e na vida democrática do país.
José Mário Vaz que falava hoje no
tradicional cumprimento do ano novo por parte dos Deputados da Nação, afirmou
que para o ano que agora começa perfilam-se vários desafios que devem ser
vencidos para assim se puder cimentar bases para o desenvolvimento sustentável,
assente na estabilidade política, boa governação, justiça social e a
reconciliação nacional.
O
Chefe de Estado disse estar a seguir com atenção as actividades parlamentares
que decorrem na Assembleia Nacional Popular nomeadamente a discussão e votação
do programa de governo.
O Presidente da República reafirma a sua
convicção de que as lideranças partidárias saberão encontrar soluções através
de diálogo e coesão interna baseado no respeito ao povo guineense e aos
interesses da Nação em geral.
O chefe de Estado guineense, apesar do
distanciamento que a lei lhe impõe, reiterou o seu compromisso e disponibilidade
em promover diligências que possam conduzir a uma solução governativa
sustentável.
"Acredito na possibilidade de
criação das condições de estabilidade governativa, no quadro da actual
configuração e dinâmica politica parlamentar. Sendo assim, reafirmo que não
equaciono a hipótese de dissolver a ANP, porque sei que os custos serão maiores
que os benefícios", reafirmou José Mário Vaz.
Por sua vez, o primeiro vice-presidente
da ANP, António Inácio Correia da Silva assegurou que, para a promoção da paz
civil, da estabilidade das instituições e o progresso do país, o chefe do
Estado guineense pode contar com a solidariedade institucional do parlamento.
Inácio Correia da Silva sublinhou que o
ano findo ficou marcado por registos políticos e diplomáticos diversos e também
pelos momentos de tensão institucional e de crise política inesperada vividas
no país.
"A pergunta que todos nós fazemos
neste momento é esta. O que é que nos espera em 2016? Esta interpelação quer
dizer que vivemos o tempo de esperança, e essa esperança está depositada no
primeiro magistrado na nação que é o Presidente da Republica da
Guiné-Bissau", referiu Correia da Silva. Com Agencia Noticiosa da
Guiné-Bissau