
Além de cidadãos que marcaram presença
no aeroporto de Bissau, outros preferiram aguardar em diferentes artérias da
Avenida dos Combatentes da Liberdade da Pátria para ovacionar o regresso à casa
do contra-almirante José Américo Bubo Na Tchuto, recentemente libertado de uma
prisão federal norte-americana de Nova Iorque.
Em poucas palavras que se ouviu da boca
do Bubo Na Tchuto, em crioulo é: "fidju tchon, na si Tchon. Na é terra no
kibi li tudu"…” que significa em português- “o filho da terra voltou para
sua terra…o lobo não come lobo…vamos caber todos nesta terra…”.
Na Tchuto foi recebido por familiares e
amigos, num reencontro emocionante de risos e lágrimas, uma comitiva composta
por mais de três dezenas de viaturas acompanharam o contra-almirante até ao
hotel onde terá sua primeira noite de regresso a sua terra natal, depois de ter
cumprido cerca de quatro anos de prisão nos Estados Unidos da América.
O coordenador para a recepção de contra-almirante,
deputado Mário Fambé agradeceu o povo guineense pela recepção calorosa,
lamentando o tratamento que o governo e o Estado da Guiné-Bissau, deu aos
problemas de Bubo e da jornalista guineense desaparecida em Angola.
“Ficamos indignados com o governo e o
Estado da Guiné-Bissau que devem defender seus filhos independentemente dos
seus actos, ou seja, pelo menos pronunciar-se sobre o assunto. Mas nunca alguém
se pronunciou sobre caso de Bubo”, lamentou Fambé com uma voz trémula.
Fambé agradeceu em nome da família, o
advogado norte-americano Patrick Joyce que defendeu Na Tchuto na última fase do
processo, estendendo o agradecimento à população que deixou de dormir para solidarizar-se
com Bubo.
Recorde-se que José Américo Bubo Na
Tchuto foi preso a 4 de Abril de 2013 nas zonas marítimas nacionais, de acordo
com as testemunhas de um dos presos posteriormente libertado em Cabo Verde,
Vasco Nacia.
A colaboração com a justiça norte-americana
e o bom comportamento na prisão terão sido factores suficientes para que a pena
de Bubo na Tchuto fosse definida em apenas quatro anos, de acordo com a
sentença lida no início de Outubro em curso, em Nova Iorque. Com Odemocrata
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ResponderEliminarDuas senhoras, há muito tempo, tanto falaram que seu vizinho era ladrão, traficante que o Almirante acabou preso! Uns mais de 1095 dias depois, descobriram que o Almirante era inocente.
ResponderEliminarO Almirante foi solto, e esta na eminencia de processar as senhoras.
No tribunal, as senhoras dizeram ao juiz: - Comentários não causam tanto mal.
E o juiz respondera: - Escrevam os comentários num papel, cada, depois piquem e joguem os pedaços nos caminhos de casas.
Amanhã, voltem para ouvir as sentenças. As senhoras obedeceram e voltaram no dia seguinte.
- Antes da sentença, terao que catar os pedaços de papeis que espalharam ontem - disse o juiz. Responde as senhoras:
- Não podemos fazer isso. O vento deve tê-los espalhados, já não sabemos onde estão.
Responde o juiz: - Da mesma maneira, uns simples comentários pode destruir a honra de um Almirante, a ponto de não podermos consertar o mal. Se não se podem falar bem de uma pessoa, é melhor que não se digam nada.
Sejamos donos de nossa boca para não sermos escravos de nossas palavras.
https://www.publico.pt/destaque/jornal/as-duas-mulheres-que-desafiaram-o-narcotrafico-e-os-militares-26367854
https://www.publico.pt/mundo/noticia/exministra-tem-serias-suspeitas-de-envolvimento-de-altos-responsaveis-da-guinebissau-no-narcotrafico-1582607
http://tchogue.blogspot.pt/2016/10/o-ex-chefe-da-armada-guineense-jose.html