Mostrar mensagens com a etiqueta Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 29 de julho de 2014

O Presidente de Cabo Verde afirmou que o país está preparado e disponível para receber cimeira da CPLP em 2016



O Presidente de Cabo Verde afirmou que o país está preparado e disponível para receber a próxima cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em 2016, caso o Brasil desista de organizar o evento.

Segundo o chefe de Estado cabo-verdiano, apesar de 2016 ser um ano com três eleições em Cabo Verde - presidenciais, legislativas e autárquicas - o país não pode dizer que não está disponível para realizar a reunião magna dos chefes de Estado e de Governo da CPLP.

"2016 é um ano em que vamos ter três eleições, além disso, vamos acolher a cimeira do Fórum PALOP. Ma o facto de ter eleições não exclui que possa haver duas cimeiras no mesmo ano em Cabo Verde. Temos que ponderar tudo, estamos em consultas, mas não podemos dizer que não estamos disponíveis", disse.

Em declarações à Rádio de Cabo Verde (RCV) numa escala em Luanda, Angola, após participar na X Cimeira da CPLP, que decorreu na semana passada em Timor-Leste, Jorge Carlos Fonseca afirmou, porém, que ainda é prematuro estar a falar do local da próxima reunião.

O Brasil deveria ser o país a receber a próxima cimeira da CPLP, em 2016, mas Jorge Carlos Fonseca explicou que por causa da ausência, quer da Presidente brasileira, Dilma Rousseff, quer do ministro dos Negócios Estrangeiros brasileiro em Timor Leste, não foi possível definir se o Brasil quer ou não ser anfitrião do evento.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O edifício que vai acolher a representação permanente da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) em Timor-Leste está quase pronto



O edifício que vai acolher a representação permanente da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) em Timor-Leste está quase pronto e, segundo o ministro dos negócios estrangeiros, José Luís Guterres, é "extremamente importante" para o desenvolvimento da organização.

O terreno para a construção da primeira representação permanente da CPLP foi cedido pelo Governo timorense em fevereiro de 2013, durante uma visita oficial do secretário-executivo da organização, o embaixador Murade Murargy, a Timor-Leste, tendo começado a ser construída alguns meses depois.

Situado na Avenida de Portugal, Praia dos Coqueiros, a representação permanente da CPLP vai ser vizinha da embaixada da China e ficar próxima do novo edifício do Ministério das Finanças.

"Esta sede vai ser extremamente importante para o desenvolvimento da CPLP. É um espaço pequeno, mas tem um valor simbólico. É a primeira vez que a CPLP inaugura uma representação fora de Lisboa.

Timor-Leste vai dar o seu apoio para que seja um meio para o estreitamento de relações", afirmou à agência Lusa o chefe da diplomacia timorense.

José Luís Guterres afirmou também acreditar que a sede da CPLP em Timor-Leste vai ficar concluída a tempo da cimeira de chefes de Estado e de Governo, que se realiza a 23 de julho em Díli, quando o país assume pela primeira vez a presidência da organização.

"Vai ser também um espaço para a divulgação da língua e cultura dos nossos países, mas que seja também um espaço para que empresários possam utilizar para expandir os negócios nos nossos países e região", disse o ministro timorense.

Fonte da empresa responsável pela construção do edifício disse à Lusa que a obra vai ficar concluída ainda durante este mês.

//SAPO TL

terça-feira, 1 de julho de 2014

CPLP, a entrada da Guiné Equatorial vai ajudar organização a ser potência económica



O secretário-geral da Frente Revolucionária de Timor-Leste Independente (Fretilin), Mari Alkatiri, afirmou hoje que a entrada da Guiné-Equatorial na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) vai ajudar a organização a tornar-se numa potência económica.

"Se quisermos fazer da CPLP uma potência económica, esta entrada vai ajudar. Não tenho dúvidas nenhumas e se quisermos generalizar o uso da língua portuguesa em outros países, essa entrada também vai ajudar", afirmou Mari Alkatiri em entrevista à agência Lusa.

O antigo primeiro-ministro timorense alertou, contudo, que é "preciso ter-se um certo cuidado na definição estatutária".

"No fundo, o núcleo forte deverá ser sempre o dos países de língua portuguesa, isso não poderá ser diluído porque a CPLP pode perder a sua natureza, o seu carácter cultural e histórico para passar só à valorização económica multicontinental", alertou.

Para Mari Alkatiri, o que se pretende é que a CPLP "continue ligada à fronteira que é histórica e cultural" e que gera os princípios da "identidade e solidariedade que ultrapassam o normal dos países".

A Guiné-Equatorial é "bem-vinda", salientou.

Timor-Leste assume pela primeira vez a presidência da CPLP durante a cimeira de chefes de Estado e de Governo da organização que se realiza a 23 de julho em Díli e que poderá ficar marcada pela entrada da Guiné-Equatorial.